Apresentação

Eduardo Almeida, 1953 Graduado em 1977 pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense.

Residência Médica em Clínica Médica no Hospital Universitário Antônio Pedro – Niterói – RJ (1979) Professor Associado I do Instituto Saúde da Comunidade da Universidade Federal Fluminense Mestre em Medicina Social pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1988) Doutor (PhD) em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1996) Criou e dirigiu por 15 anos a Unidade Docente do Posto de Saúde do Caramujo, voltada para a formação em medicina geral e comunitária, onde implantou a prática de várias medicinas alternativas.

Nos dez primeiros anos de prática, manteve intensa atividade clínica nos vários setores da medicina hospitalar.

Em seguida, concentrou suas atividades na medicina extra-hospitalar.

Fundador e diretor do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Medicinas Alternativas da UFF Nos últimos anos tem mantido estreito relacionamento com colegas que praticam a medicina biológica alemã na Alemanha e nos EUA Dedica-se à pesquisa das Racionalidades Médicas, da História da Terapêutica, das Práticas Medicoterapêuticas, em especial das medicinas empíricas.

Autor do livro: As Razões da Terapêutica – Racionalismo e Empirismo na Medicina. EDUFF, 2002.

Autor do livro: O Elo Perdido da Medicina – O afastamento da noção de vida e natureza. Imago, 2007.

Editor e revisor técnico do livro: Medicina que Cura Medicina que Adoece, Eberhardt, HG, 2009

 

História

Eduardo Almeida começou como médico alopata clássico. Especializou em clínica médica hospitalar. Desde acadêmico, começou a trabalhar em hospitais, participando de cirurgias, como auxiliar e, mais tarde, em clínica de enfermaria.

Com formação básica de clínico, trabalhou com medicina de urgência, medicina intensiva, clínica de enfermaria e, não satisfeito com a medicina de hospital, entendeu que deveria atuar na prevenção do adoecimento, ainda nos moldes da medicina oficial.

Iniciou sua experiência em medicina de ambulatório e, anos depois, montou, como professor da Universidade Federal Fluminense, uma unidade de saúde docente numa comunidade em Niterói, Rio de Janeiro, orientada para a formação do clínico geral. Nessa nova experiência, teve que reciclar todo seu conhecimento de clínica, e passou a defender a necessidade de se construir uma medicina para a realidade do atendimento extra-hospitalar. Escreveu sua tese de mestrado sobre esse tema.

Além de adaptar a medicina clínica para o atendimento extra-hospitalar, constatou a importância de incorporar outras medicinas e sistemas médicos. Com o amadurecimento da experiência, a unidade de saúde foi capaz de atender a sua demanda, onde 75% a 80% dos pacientes saiam com os medicamentos naturais produzidos pela própria unidade.

Ficou um tempo sob a influência do discurso complementar na medicina, que diz haver uma medicina dominante, e as demais medicinas deveriam vir complementá-la. Com o avanço da sua experiência, o estudo dos paradigmas médicos, e o contato com a medicina biológica alemã, conseguiu superar o discurso da complementariedade, e se posicionar a respeito do que considera ser a crise cognitiva da medicina oficial. Se a medicina oficial vive uma crise cognitiva, não temos que ficar na complementariedade, temos que superar o bloqueio, e só se supera um bloqueio cognitivo com outro nível de pensamento, ou outro sistema de pensamento. Ou dito de outra forma, devemos superar o paradigma quimicomecanicista da medicna oficial.

Incorporar o paradigma energético informacional e a noção de sistemas vivos complexos, é o desafio para uma nova medicina, que coloca a vida no centro, uma medicina vitalista moderna, pois as ciências já produziram vasta informação a respeito do que é a vida. A nova medicina vitalista deve ser uma medicina funcional e integral, que conheça e dê suporte aos grandes processos que mantêm a vida nos seres vivos e no planeta.

Cabe ao médico intermediar, e colocar no plano da doutrina médica, a formidável produção das ciências contemporâneas. Para tal, é necessário ter um paradigma capaz de incorporar esses conhecimentos. Calcula-se que a medicina oficial não incorpora nem 10% da produção científica à sua doutrina. Esses conhecimentos servem apenas para produzir máquinas médicas, mas não proporcionam qualquer mudança na doutrina médica oficial.

paradigma energéticoinformacional é totalmente permeável à produção das ciências complexas, da física quântica à biologia complexa. Isso permite abrir os horizontes da medicina, e oferecer novas teorias para a compreensão do adoecimento humano. Isso que é ciência na medicina.

O arcabouço da medicina funcional e integral foi construido pela escola da medicina biológica alemã, que produziu um vasto conhecimento sobre os processos biológicos do organismo humano. Esse pensamento não teve forças para resistir a invasão química, e sofreu enorme revés com a segunda guerra mundial. Uma guerra sabidamente promovida pelo cartel químico alemão.

A medicina biológica alemã é o patrimônio cultural que devemos recorrer para construir  uma doutrina médica capaz de superar o reducionismo e a simplificação da medicina quimicomecanicista. Um movimento de resgate histórico interrompido pela violência e não pelas idéias.

A medicina de novo paradigma é também permeável às medicinas energéticas primitivas como a medicina tradicional chinesa, a medicina ayurveda,a medicina hipocrática, bem como a outros sistemas médicos e suas práticas terapêuticas.

A articulação dessa ampla gama de conhecimentos foi o desafio assumido pelo Dr Eduardo Almeida. É essa experiência que ele pretende dividir nos seus cursos. Seu olhar médico plural na compreensão do adoecimento, e os diversos recursos terapêuticos disponíveis.

Mais de 35 anos de prática e estudos avançados no Brasil e Alemanha, começam a ser disponibilizados no Instituto de Medicina Integral, através de cursos online para profissionais de saúde, médicos e nutricionistas, trazendo ao Brasil uma nova forma de entender saúde, vida e medicina.

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